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quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Serra precisa fazer campanha agora se quiser ser presidente, diz "The Economist" Publicidade


colaboração para a Folha Online

A revista inglesa "The Economist" publicou editorial na edição desta semana no qual avalia que o governador de São Paulo, José Serra (PSDB), corre risco de perder a eleição presidencial se continuar a tática de não se mostrar como candidato. "Serra precisa subir no banquinho e começar a entoar as próprias loas agora, se quer evitar ser lembrado como o melhor presidente que o Brasil nunca teve", afirma a revista.

Segundo "The Economist", Serra fez um trabalho decente no governo de São Paulo, mas tem perdido a liderança nas pesquisas de intenção de votos. "O tumultuado sistema multipartidário brasileiro, no qual os candidatos têm de costurar delicadamente amplas coalizões, é duro com aqueles cujos comboios perdem a força do momento", diz a publicação inglesa.

O texto lembra que o governador administra um "gigantesco Estado industrial" que está acostumado a ter importância na escolha dos presidentes do Brasil. Os dois recentes presidentes --Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva-- têm raízes políticas em São Paulo.

A revista menciona as críticas que Serra tem sofrido por conta das enchentes que atingiram São Paulo nos últimos meses. "Apesar das acusações de falhar em melhorar as defesas do estado contra enchentes, a equipe de Serra ainda pensa que seu currículo como governador é sólido o suficiente para levá-lo à presidência na eleição de outubro", avalia a publicação.

De acordo com a revista, "Serra com certeza é um candidato forte para ocupar o cargo. Mas ele é um personagem curioso. Um amigo diz que ele anunciou quando tinha apenas 17 anos que se tornaria presidente do Brasil. Colegas o descrevem como um notívago maluco por controle com um traço de obstinação".

O editorial prossegue contando como Serra construiu a reputação que tem depois de ter sido senador, ministro, prefeito e governador. "Difícil como possa ser, ele é um homem que inspira lealdade naqueles que trabalham com ele", segundo a revista.

"The Economist" diz ainda que a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) é uma administradora capaz, no entanto, é menos carismática que o governador. "Por isso as taxas de Serra devem se recobrar quando entrar em campanha."
04/02/2010 - 22h13
http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u689666.shtml

PRA CONTEMPLAR

AGORA VAI...

Juíza acata ação e autoriza RExPA no Mangueirão

Mangueirão vai lotar no domingo para o maior clássico do Estado

A juíza Sandra Maria de Aragão Klautau, titular da 2ª Vara Cível da Comarca da Capital, autorizou nesta quinta-feira (4) a realização do jogo entre Remo e Paysandu na data prevista inicialmente, 7 de fevereiro (domingo), com a lotação do Estádio Olímpico Edgar Proença, o Mangueirão, fixada em 35 mil pagantes.

A decisão da juíza foi motivada por ação proposta pela Procuradoria Geral do Estado (PGE), que pediu a anulação do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado entre Ministério Público do Estado e Secretaria de Estado de Esporte e Lazer (Seel).

O pedido de nulidade do acordo, que será julgado posteriormente, está baseado no fato de que não houve intervenção da PGE, que é o representante jurídico legal do ente público.

Na ação, a Procuradoria também juntou documentos dos órgãos de segurança competentes, demonstrando que não há risco excepcional ao torcedor que justifique a interdição do estádio.

Segurança - "O Mangueirão é um estádio seguro. As obras que estão sendo realizadas não são estruturais, mas readequações, o que não impede a realização de jogos", afirmou pela manhã o secretário de Estado de Esporte e Lazer, Jorge Panzera, rebatendo as críticas feitas por deputados de oposição na Assembleia Legislativa, durante a sessão desta quinta-feira.

O governo, segundo a oposição, não teria cumprido a determinação do Ministério Público Estadual para a realização de obras mais abrangentes no estádio. Jorge Panzera afirmou que o Termo de Ajustamento de Conduta foi assinado com o MP durante a gestão da secretária Lúcia Penedo, em 2007, "quando o Pará vivia a expectativa de ser uma das sedes da Copa do Mundo. Como não fomos selecionados, não precisaríamos de obras para o estádio com o padrão exigido pela FIFA (Federação Internacional de Futebol). Então, optamos por obras de readequação, até em função do respeito ao dinheiro público", reiterou o secretário. (Diário Online com informações da PGE e Secom)
Quinta-feira, 04/02/2010, 20:58h
http://www.diariodopara.com.br/noticiafullv2.php?idnot=77715

Sobre críticas...

Adoro todas elas, pois são sempre verdadeiras. No entanto não posso dizer o mesmo daqueles que as dizem.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

história da tatuagem



Há mais de 3500 anos atrás, a tatuagem já existia como forma de expressão da personalidade ou de indivíduos de uma mesma comunidade tribal (união de pessoas com as mesmas características sociais e religiosas). Os primitivos se tatuavam para marcar os fatos da vida biológica: nascimento, puberdade, reprodução e morte. Depois, para relatar os fatos da vida social: virar guerreiro, sacerdote ou rei; casar-se, celebrar a vida, identificar os prisioneiros, pedir proteção ao imponderável, garantir a vida do espírito durante e depois do corpo.
Na era Cristã, na clandestinidade, sob o jugo do poder pagão, os primeiros cristãos se reconheciam por uma série de sinais tatuados, com cruzes, as letras IHS, o peixe, as letras gregas. Na era moderna, a tatuagem passou por vários anos de marginalidade. Ela retorna a ser questão de relevância em nossa sociedade quando surge em artistas de música, cinema, e em pessoas comuns.
Deixando de ser um símbolo de marginalidade, e sim uma forma de expressão individual de arte e estética do corpo, a tatuagem não é mais tosca como as de cadeias, e sim um desenho de traços mais finos e cores variadas.
No Brasil, o precursor da tatuagem moderna foi um cidadão dinamarquês chamado Knud Harald Lucky Gegersen, conhecido popularmente como Lucky, ou Mr. Tattoo. Chegando por aqui em 1959, Lucky se estabeleceu em Santos-SP, utilizando seu talento e suas técnicas de desenhista e pintor profissional.
Lucky teve uma participação real no mundo da tatuagem brasileira. Os tatuadores chegam a dizer que por mais imperfeita que seja a tatuagem de Lucky, ela vale muito, pois foi graças ao dinamarquês que o Brasil entrou no mapa da tatuagem moderna. Lucky foi notícia em vários jornais, e em 1975 o jornal O Globo o considerou o único tatuador profissional da América do Sul, sendo sua morte noticiada no Jornal 'A Tribuna" de Santos do dia 18 de dezembro de 1983. Por um bom tempo Lucky continuou sendo o único, até que começaram a aparecer, aos poucos, os seus seguidores, que herdaram dele as técnicas e a arte de fazer tatuagem.
Apesar de toda sua história, o conceito de origem independente se adequa a tatuagem, pois ela foi inventada várias vezes, em diferentes momentos e partes do Mundo, em todos os continentes, com maior ou menor variação de propósitos, técnicas e resultados.
Os Tipos de Tatuagem
Tradicional (tatuagem de marinheiro): São aqueles desenhos tradicionais, como uma âncora ou uma gaivota, aliás, os marinheiros foram os grandes divulgadores da tatuagem pelo mundo.
Sumi: técnica oriental que utiliza bambu au invés de agulha. Geralmente os desenhos são ricos em detalhes.
Realista: desenhos que imitam o mundo real, como mulheres, pássaros e personalidades.
Estilizada: como o próprio nome já diz, são desenhos estilizados.
Alto relevo: muito difundida entre os índios. A pele é dissecada formando desenhos com uma infinidade de cores, praticada principalmente por aborígenes, de origem africana.
Belfaro Pigmentação: a maquiagem definitiva, como delineador, batom, etc.
Celta: desenhos de origem celta com figuras entrelaçadas. Pode ser preta ou colorida.
Tribal: desenhos em preto ou coloridos com motivos tribais. Podem ser desenhos de tribos norte-americanas, haidas, maias, incas, astecas, geométricas ou abstratas.
Oriental: trabalhos grandes, geralmente de corpo inteiro, como um painel. Os desenhos são com motivos orientais, como samurais, gueixas e dragões.
Psicodélicas: trabalhos supercoloridos com desenhos totalmente senseless.
Religiosas: trabalhos com personagens bíblicos, como um santo, uma cruz, etc.
Bold line: desenhos das histórias em quadrinhos com traços bem largos e cores berrantes.
Branding: tatuagem marcada a ferro e fogo.
Como São Feitas as Tatuagens
As tatuagens são feitas com pigmentos importados de origem mineral, principalmente, e com agulhas específicas para tatuar, sempre descartáveis e nunca reutilizadas (mesmo que seja na própria pessoa).
As máquinas elétricas, preferencialmente, devem ter a ponteira de aço inox cirúrgico e/ou descartáveis, devem ser limpas por ultra som e esterilizadas com estufa a uma temperatura igual ou superior à 170 º C por um período de pelo menos 3 horas.
Os aparelhos de barbear utilizados para depilar o local da tatuagem não devem ser reaproveitados.
O tatuador deve usar luvas e máscara para procedimentos, para evitar uma possível infecção ou até a contaminação por doenças como hepatite, AIDS, tuberculose, esporos patogênicos, bactérias e fungos.
A limpeza do ambiente é fundamental afim de se evitar a contaminação cruzada.
A arte é conseqüência de tudo que o tatuador aprendeu durante anos, este, deve ter pelo menos, a experiência de 5 anos.
Fonte:http://whiplash.net/materias/especial/000117.html

ANTES DE FAZER PENSE BEM...

COLETÂNEA GUAMAENSE...









Leo Bala

GUAMÁ

PERSEGUIÇÃO POLÍTICA


Demissão irregular dá indenização de R$ 15 milO município de Salto da Divisa, de Minas Gerais, deve indenizar em R$ 15 mil um fiscal de limpeza urbana. Ele foi demitido irregularmente por perseguição política. O entendimento é da 2ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais. Cabe recurso.

Funcionário concursado da Prefeitura, o fiscal foi demitido em 4 de janeiro de 1993, logo após a posse do então prefeito. O motivo da demissão foi que ele e mais 40 funcionários votaram no partido adversário, segundo informaram testemunhas.

O autor sustentou que, no período que ficou afastado do cargo, passou fome, sofreu humilhação, teve seu nome incluído no cadastro do Serviço de Proteção ao Crédito e foi impedido de entrar em qualquer instalação municipal, o que gerou sofrimento e abalou sua honra. Além disso, foi despejado por não pagar aluguel, nem contas de água e de luz. As testemunhas confirmaram as informações.

Ele sustentou que teve restrições junto ao comércio da cidade e sofreu deboche de quase toda a população do município. O retorno ao cargo só aconteceu três anos depois, em 22 de dezembro de 1995, por determinação judicial.

“É claro que a retenção da remuneração, por si só, não gera danos morais, mesmo porque ele foi ressarcido dos danos materiais sofridos no período em que esteve afastado indevidamente. Entretanto, a prova testemunhal é eloquente da cena dantesca a que foram submetidos os funcionários públicos locais, desafetos políticos do então prefeito municipal. E o populacho não poupou esforços para lançar agravos e insultos contra os infelizes perseguidos”, afirmou o relator do caso, desembargador Caetano Levi Lopes.

O relator concluiu: “Sem sombra de dúvida, [ele] foi vítima de cruel dano moral, decorrente de desmando político de um prepotente de ocasião, despreparado para o cargo de dirigente municipal máximo”. Fora a indenização, o desembargador determinou ainda a remessa do processo ao Ministério Público para apuração de eventual prática de improbidade administrativa pelo ex-prefeito, que demitiu o funcionário de forma irregular, gerando dano ao erário público municipal. Com informações da Assessoria de Imprensa do Tribunal de Justiça de Minas Gerais.

Processo: 1.0347.05.002012-7/001
http://www.conjur.com.br/2010-fev-03/municipio-pagar-15-mil-perseguicao-politica-demissao

Morenas Guamaenses...



Erica, Dani e Deyva Amaral

Cá pra nós

Se a ficha suja colar... Não teremos quase candidatos concorrendo nas eleições...

orapronobis

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