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quarta-feira, 28 de abril de 2010

Greve deixará 800 mil alunos sem aulas

Greve deixará 800 mil alunos sem aulas


A greve por tempo indeterminado foi decidida por cerca de dois mil professores durante assembleia
Em assembleia geral os professores da rede estadual de ensino decidiram pela greve a partir do dia 7 de maio, ontem pela manhã, com a presença de cerca de duas mil pessoas no ginásio da Escola Estadual Paes de Carvalho.

Segundo a coordenadora do Sindicato dos Trabalhadores da Educação Pública do Pará (Sintepp/PA), Conceição Holanda, a proposta do governo do Estado chegou às 22h de anteontem, durante uma reunião com a Secretaria de Estado de Educação (Seduc) e Secretaria de Estado de Planejamento, Orçamento e Finanças (Sepof), desde as 19h daquela noite. Com a decisão, cerca de 800 mil estudantes terão o ano letivo afetado novamente. A última paralisação da categoria ocorreu no dia 20 passado.

Para os estudantes e concluintes do 3º ano do ensino médio, Jéssica Wanzeler, 20 anos; Bárbara Pimentel, 17 anos; e Felipe Maia, 17 anos; a situação é absurda e só prejudica os alunos. Os três vêm acompanhando as negociações pela imprensa e participaram da assembleia.

EVASÃO

“O que vai acontecer será nós, alunos, ficarmos prejudicados na nossa formação e no próximo vestibular”, desabafa Jéssica. Para ela, com a greve, haverá evasão de alunos. “Quando os professores resolverem seus problemas não haverá mais alunos suficiente para darem aulas. Compreendemos a situação deles, mas não podemos concordar com isso”, reclama.

Participaram da assembleia professores de 20 municípios, a maioria soube da proposta do governo somente nas primeiras horas da manhã de ontem. Dentre as principais reclamações levantadas estava a inexistência do piso salarial, o que, para a categoria, inviabiliza qualquer tipo de negociação.

Segundo Conceição Holanda, as divergências são muitas. “O Plano de Carreiras, Cargos e Remunerações (PCCR) pensado pela categoria envolve desde o professor até o porteiro da escola, mas o que nos foi apresentado só regulariza professores e técnicos em educação. Outra questão é o Cargo Único de Professor, no qual não foi garantida a promoção daqueles que possuem títulos, ou seja, não importa se doutor ou graduado, todos ganham a mesma coisa”, reclama Conceição.

A Seduc diz que o PCCR apresentado pelo Estado visa beneficiar todos os servidores do magistério e que com isso cumpriu a entrega da proposta ao Sintepp/PA, como havia prometido aos dirigentes.

Assim, ficaram agendadas duas novas reuniões para discutir o plano, nos dias 30 de abril e 4 de maio, e também a entrega oficial do PCCR à Assembleia Legislativa do Estado do Pará pela secretária Socorro Coelho. Quanto à greve da categoria, a secretaria disse ainda não se posicionar, pois as reuniões antecedem o dia marcado, o que pode evitar a greve. (Diário do Pará)

http://www.diariodopara.com.br/N-87799-GREVE+DEIXARA+800+MIL+ALUNOS+SEM+AULAS.html

terça-feira, 27 de abril de 2010

Na segunda (26), ministro recomendou sexo no controle da hipertensão.

Marília Juste  Do G1, em São Paulo, 27/04/2010 19h48 - Atualizado em 27/04/2010 19h51

Na última segunda-feira (26), durante evento para lembrar o Dia Mundial de Combate à Hipertensão, o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, recomendou o sexo seguro como forma de controle da doença. Mas o sexo também ajuda a evitar outros males, como o câncer de próstata, a depressão e a gripe. O G1 conversou com o sexologista João Borzin, que apontou os benefícios do sexo para a saúde.

“O sexo faz bem para o corpo todo. Ele melhora o funcionamento do nosso sistema de defesa, deixa a pele mais bonita, faz a gente dormir melhor”, explica Borzino. “Além disso, é um exercício físico: ele queima calorias, tonifica os músculos, controla o colesterol”, explica.


In Memorian

Everaldo, hoje habitas o céu. Saudades deixarás, mas tuas lembranças o eternizará em nossas memórias.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

POUSADA VALE DO RIO GUAMA

Só  o empreendedorismo sustentável poderá harmonizar o homem a natureza e a construção de novas formas de produzir riquezas, sem agredir o meio ambiente.

Parabéns ao proprietário pela iniciativa

POUSADA VALE DO RIO GUAMA

Postei aqui que o Vale do Guamá, ficaria no municipio de SMG. Contudo após confrmação do endereço abaixo, peço minhas desculpas pelo equívoco. Na portunidade informo em definitivo  o endereço correto deste paraíso.  A Pousada Vale do Rio Guamá, fica localizada no Km 06 da Rodovia Ouém-Conceição - Fone Contato: (91) 8192-9917 - Fica entre São Miguel e municipio de  Ourem, pelo urucuriteua é mais perto, por irituia é longe. 

UM POUCO DA HISTÓRIA DA POUSADA DO VALE DO RIO GUAMA

Tudo começou quando o fazendeiro Manoel Xavier (Manoel Pedro), ficou preocupado com a derrubada de árvores para fazer novas pastagens, pois com a expansão da criação de seu gado precisava de mais terras, pois seu gado já estava também em terras vizinhas não tendo assim espaço suficiente. Então resolveu vender parte de seu gado, dando início a construção da Pousada Vale do Rio Guamá.Localizada no Km 6 da Rodovia Ourém-Conceição com contato direto com a natureza, banho de rio, passeio de lancha, restaurante (peixes pescado e assado na hora). O mais importante é que a construção não prejudicou o meio ambiente, pois foram construídas mais de 500 metros de passarela sobre o rio Guamá. O complexo é composto por duas ilhas (durante a cheia) e várias cabanas, quando o rio secar dá lugar a exuberantes praias.

Fonte: http://valedorioguama.blogspot.com/

Tão logo, postarei mais imagens deste paraíso. Pois é maravilhoso.

sábado, 24 de abril de 2010

como fica o estado do pa´ra se adivisão passar

Foto do Dia...

 VALE  DO GUAMÁ

 Logo, ... logo postarei o endereço deste pedaço do paraíso guamaense. 

Antonio Soares

VALE DO GUAMA

Foto: Shirley Reis

COMO PRODUZIR E PRESERVAR SEM DEGRADAR O MEIO AMBIENTE?


COMO PRODUZIR E PRESERVAR SEM DEGRADAR O MEIO AMBIENTE?


Todos os dias reclamamos dos mais  diversos problemas sejam a nível  local, regional, nacional ou internacional. Mas o que fazer diante de problemas sob os quais  o homem é o principal responsável?

Mas como  entender isso? Vejamos, um individuo A reclama da depredação do meio ambiente local, contudo trabalha numa empresa depende exclusivamente de matérias primas que pela sua produção necessariamente tem que agredir o meio ambiente para manufaturar seus produtos. Esse mesmo homem é integrante de uma determinada “ONGs” protetoras do meio ambiente, logo, o sujeito morde e assopra.

De um lado, clama pela defesa do meio ambiente, noutro é mais um que se soma aos vários depredadores da fauna, flora etc. Como classificar esta postura? Política ou Econômica ou coisa alguma? Além disso, estabelece um discurso paladino de protetor do meio ambiente. Mas, no entanto esse mesmo sujeito num determinado escritório da empresa em que trabalha, toma decisões empresariais e/ou financeiras que agravam cada vez mais o estado do meio ambiente. Noutra situações participa de grupos que condenam aqueles que agridem a natureza e assim vai vivendo.

Percebe como a coisa é confusa, se não perturbadora. É assim que caminha a humanidade “com passos de formigas e sem vontades”, Lulu Santos.

Ressalvo aqui que não agride o meio ambiente somente aqueles que conduzem as máquinas na ponta final o processo produtivo extrativista. As ações daqueles que num determinado escritório dão suas canetadas são sem sobra de dúvida, mais nefastas que aqueles que usa suas motosserras.

Outro ponto, considerável nessa bagunça social ambiental é que agora o “discurso do desenvolvimento sustentável” já esta ficando caduco. E seus produtores não vem conseguindo até agora elaborar um plano tal no sentido de redirecionar as ações dos grupos empresariais de forma que consigam continuar produzindo a base de recursos naturais a baixo custo e sem degradar o meio ambiente de forma irracional.

Logo a equação que se apresenta a quem produz  é a seguinte: CP(continuar produzindo) + BRN(a base de recursos naturais)+BC(baixo custo)= SDMAI(sem degradar o meio ambiente de forma irracional),  porque esta equação tem-se tornado um desafio  na sua aplicação.

Primeiro, acredito que o problema deva-se a formação cultural econômica mundial. Ou seja, o homem ao longo da sua história econômica preocupou-se apenas em produzir sem levar em consideração as fontes se renováveis ou não das matérias que utilizava ou ainda utiliza. Ou seja, outrora quando os recursos não eram escassos produzia apenas preocupado com os resultados positivos do modelo produtivo adotado a sua época. Diante da redução que os recursos naturais vêm oferecendo ao setor produtivo, lançou-se um grande desafio. Como produzir sem explorar irracionalmente? Nessas condições o homem esqueceu-se ou só agora passou a ter noção do custo que se leva para produzir, pois produzir e preservar para muitos é  uma fórmula indigesta. Pois requer planejamento e alto custo e nisso muitos não querem investir, nem muito menos adotar essa prática. Neste quadro evidente, o problema é de formação e consciência cultural, pois a medida que o homem absorver outra concepção cultural produtiva-econômica e ecologicamente correta deixará de produzir a própria extinção dos recursos e sua existência no planeta terra.

Segundo, porque o homem hoje tem um apetite famigerado por estatísticas produtivas econômicas, simplesmente. Importa-se mais em produzir e lucrar que a produzir e preservar racionalmente. Mas sem essa condição hoje, a existência da produtividade econômica seja ela local, regional, nacional ou internacional, esta com os dias contados. Não importa agora os resultados quantitativos, mas os novos modelos produtivos e a fomentação de gestões que sejam inerentes aos mesmos processos.

Basta da criação de meros jargões ecológicos, que são produzidos por grupos ecológico com fins apenas politiqueiros. Agora é hora da prática sustentável. Ambientalistas não devem apenas transformar empresários em meros vilões que agridem a natureza. Devem também oportunizar a estes, planos econômicos de produtividade que obedeçam a equação: CP + BRN+BC= SDMAI. E não simplesmente sair às ruas e botar o mundo contra aqueles que por uma deficiência ou concepção produtiva de outrora, hoje requeiram nova postura, mas sem orientação  adequada não conseguem inovar seus sistemas produtivos. O tempo é de formação e recondução da nova política produtiva e não de buscar culpados, pois todos somos.

Portanto uma sociedade que não procura respostas para o que se busca perece na ignorância de sua ganância. Sem a conjunção de novos modelos que fomentem uma economia mais produtiva ecologicamente, manterá o homem perdido em suas concepções, sejam elas quais forem. E tudo que fará sem orientação jamais saberá para onde irá. Pois sem uma nova mentalidade e objetivos inovadores procura-se, mais jamais se encontra, uma vez que nunca se sabe o que se quer buscar.


Antonio Soares

orapronobis

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