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quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Aprovado projeto sobre paternidade presumida

O exame de DNA poderá deixar de ser determinante nos casos de recusa do homem em fazer o teste de DNA em processos de paternidade. Projeto de lei aprovado nesta quarta-feira (4) pelo Senado determina que a paternidade pode ser presumida e declarada de forma tácita se o exame não for realizado em função da negativa do possível pai.
Para isso, o projeto determina que outras provas devem fundamentar a ação, de modo a convencer o juiz mesmo sem o teste de DNA.
O pedido de reconhecimento da paternidade presumida, ou paternidade tácita, deve ser feito por quem tenha legítimo interesse na ação ou pelo Ministério Público. O projeto de lei agora voltará para a apreciação na Câmara dos Deputados. (Agência Brasil)

Fonte: http://www.diariodopara.com.br/N-103875-APROVADO+PROJETO+SOBRE+PATERNIDADE+PRESUMIDA.html

COMENTÁRIOS


A situação da saúde em nosso município vai de mal a pior.  Semana passada uma jovem mãe as preliminares de trabalho de parto deu entrada na Unidade Mista desta cidade. Tão logo,  acompanhada pelo médico foi encaminhada a cidade de Castanhal. E aí o bicho pega. Primeiro, das quatros ambulâncias que tinham na garagem do Anexo, três estavam quebradas e uma nova do SAMU não podia sair porque não estava legalizada, segundo alguns funcionários do hospital.
Ironicamente a situação só foi resolvida quando o prefeito passava no local e liberou a ambulância para o pai da futura mãe, ir na busca do motorista da ambulância para só então viajarem a cidade destino.
É realmente muito complicado a situação da saúde nesta cidade. Ou seja, o nosso sistema de saúde esta doente, e em estado crônico e me parece terminal. Apesar de toda essa falta de administração, correu tudo bem com a jovem mãe que agora esta corujando sua bebê.
É meus amigos. Nascer neste município ficou muito arriscado.

Senado: projeto de lei permite prisão de eleitores

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou nesta quarta-feira (4) projeto de lei que permite a prisão de qualquer eleitor cinco dias antes da eleição e até dois dias após a realização do pleito. A atual Lei Eleitoral proíbe que os eleitores sejam presos nesse período. Como foi aprovada em caráter terminativo, a matéria segue para apreciação da Câmara dos Deputados.

O objetivo da medida, segundo os senadores, é evitar que criminosos se utilizem da legislação eleitoral para praticar crimes durante o período previsto. “Por fim, não podemos olvidar o aumento da periculosidade de parte dos que cometem delitos, inclusive em razão do acesso a armamentos de crescente poder destrutivo”, afirmou em seu parecer o autor do projeto, Marco Maciel (DEM-PE).
O projeto mantém os prazos de inimputabilidade previstos na Lei Eleitoral para candidatos e membros das mesas de votação e fiscais de partidos, durante o exercício de suas funções, exceto em caso flagrante. Os candidatos, por sua vez, não poderão ser presos no período de 15 dias que antecede as eleições. (Agência Brasil)

Fonte: http://www.diariodopara.com.br/N-103604-SENADO++PROJETO+DE+LEI+PERMITE+PRISAO+DE+ELEITORES.html

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

CURTAS...

 FALTA

A falta de conhecimento ou experiencia somado a oportunidade de ganhar muito dinheiro tem levado alguns proprietários de casas a venda a pedir preços aviltantes para vender seu imóvel. Falta orientação para se coibir esses exageros.

TRABALHO... TRABALHO...

É o que não sai da cabeça dos novos servidores que foram empossados hoje.

 PIO...

Silenciosa, mas expressiva  é a campanha do candidato a Deputado Estadual Pio X.  Vem crescendo concomitante a medida que o povo guamaense o melhor conhece.









Ciência explica cochilada masculina depois do sexo


Depois de uma boa relação sexual repleta de preliminares e carinhos, é bem comum o homem fazer uma coisa que a maioria das mulheres odeia: virar de lado e dar uma boa cochilada. Mas não pense que isto significa que ele não gostou da sua performance ou não está a fim de ouvir o que você tem a dizer.Segundo a sexóloga Magda Gazzi, esta "soneca" se deve à prolactina, hormônio responsável por reduzir os níveis de testosterona no organismo.

Ele é capaz de inibir o desejo sexual e desencadear a sonolência. "Na hora do orgasmo, há um aumento de prolactina. Ele atua no organismo ainda na fase de relaxamento e continua assim até uma hora depois da ejaculação. Por isso, os homens após o orgasmo, além do relaxamento causado pelo prazer, também sentem sono", explica. Mas a prolactina é somente o fim desse processo. "Tudo começa pela testosterona na fase do desejo. Depois ocorre o aumento da adrenalina e noradrenalina (responsável pelas sensações de humor, ansiedade, sono e alimentação) e da ocitocina (hormônio do amor) na fase da excitação", diz Dra. Magda.

A passagem da fase do orgasmo para a fase da resolução é muito rápida para o homem. É como se eles descessem do topo de uma montanha-russa rumo ao relaxamento. "Na mulher essa passagem é mais lenta", lembra Magda. "A famosa cochilada pode acontecer quantas vezes forem os orgasmos naquele período. E devido ao desgaste físico que o sexo proporciona, esse cansaço pode ser acentuado e mais longo após algumas relações", completa.

E acredite: essa cochilada traz muitos benefícios para o casal. Por meio dela, o organismo masculino se recupera da energia gasta durante o ato sexual e tem um tempo de preparação para uma nova relação sexual. E depois da cochilada, o homem torna-se uma caixa de surpresas. Isso porque a "segunda rodada" pode ser ainda melhor. Ou ser igual. "Após uma cochilada e um período de pequeno repouso, esse homem pode se sentir mais disposto ao sexo e, com isso, se dedicar mais às preliminares com sua parceria", conta Dra. Magda.

O tempo médio desse momento relaxante, também conhecido como "período refratário", varia de homem para homem, sendo de minutos até horas ou dias. "Na mulher, essa ‘pausa’ não existe. Por esse motivo, a mulher pode estar preparada para uma nova relação sexual imediatamente e não sofre tanto essa influência do hormônio prolactina", conta Dra. Magda.

Diálogo ajuda a minimizar reclamações

A radialista Angela, de 38 anos, diz que uma atitude masculina depois do sexo abominada por ela é a tal pressa. "Assim que o ato termina, eles correm para o banheiro para tomar banho. É como se tivesse desesperado para ir embora", reclama.

Ligar a televisão para assistir ao jogo de futebol, sair da cama ou levantar para ir até a cozinha tomar água são outras situações citadas por Angela. "A mulher é mais romântica e gosta de conversar, saber se foi bom. Mas, infelizmente, nem sempre o homem gosta disso", aponta. A radialista acredita que o tempo de relacionamento faz com que esses problemas sejam minimizados. "Conforme o tempo passa, você tem a liberdade de conversar com o parceiro e pedir para que ele mude alguns comportamentos."

Dra. Magda afirma que as mulheres odeiam quando os homens fumam ou bebem depois do orgasmo. E ratificando as palavras de Angela, garante que algumas dessas atitudes podem ser modificadas por meio do diálogo. "As coisas só vão mudar quando a mulher explicar para o homem como se sente. Cobrar uma postura, ou dizer que ‘ele faz tudo errado’ talvez não seja o melhor caminho. Acho que vale a parceira tentar falar o que realmente sente quando o homem faz isso ou aquilo", comenta.

Na hora do sono, sugere a sexóloga, talvez seja melhor a mulher aproveitar e cochilar um pouquinho também, quem sabe deitando no ombro do parceiro. "Agora se o cigarro incomoda, é bom negociar com ele. Com uma dose de boa vontade e diálogo, com certeza tudo vai ficar muito bom para ambos."

Dra Magda lembra que homens e mulheres foram educados de maneira diferente em relação à sexualidade e relacionamento e, por isso, não vão pensar ou agir de maneira igual. "É importante que ambos entendam a beleza de serem diferentes e respeitem isso. Essas mesmas diferenças são muitas vezes naturais ou adquiridas pela educação", comenta. "E é por isso que buscamos no outro um pouco daquilo que achamos que falta em nós."  (MBPress)


Fonte: http://www.diariodopara.com.br/N-103189-CIENCIA+EXPLICA+COCHILADA+MASCULINA+DEPOIS+DO+SEXO.html

SONETO

O todo sem a parte não é todo;
A parte sem o todo não é parte;
Mas se a parte o faz todo, sendo parte,
Não se diga que é parte, sendo o todo.
Em todo sacramento está Deus todo,
E todo assiste inteiro em qualquer parte,
E feito em partes todo em toda a parte
Em qualquer parte sempre fica todo.
O braço de Jesus não seja parte,
Pois que feito Jesus em partes todo,
Assiste cada parte em sua parte.
Não se sabendo parte deste todo,
Um braço que lhe acharam, sendo parte,
Nos diz as partes todas deste todo.

(...) soneto, escrito pelo poeta bahiano do século 17, Gregório de Matos, no qual ele dá a sua "visão" do braço de uma imagem do Menino Jesus que havia sido quebrada por holandeses protestantes, quando da invasão da cidade de Salvador:

Fonte: http://educacao.uol.com.br/filosofia/ult3323u5.jhtm

PERFIL DO IDIOTA

O IDIOTA é geralmente competente, moralmente irrepreensível e socialmente necessário. Faz o que tem a fazer sem dúvidas ou hesitações, respeita as hierarquias, toma sempre o partido do bem e acredita religiosamente nas grandes ficções sociais.

A incapacidade de relacionar as coisas, as ideias e as sensações transforma-a ele em força, e como lhe escapam as causas e os fins do que lhe mandaram fazer, fá-lo com prontidão e limpeza, sem introspecções inúteis. Do mesmo modo, como vê no destino o único regulador da vida, acha que se uns dão ordens e outros obedecem é porque todos cumprem misteriosas injunções da providência, as quais é não só inútil, mas criminoso sondar.

O idiota só pode ser bom. Para o mal, precisa-se de imaginação, inteligência descriminativa, espírito científico. Corno também não dispõe de virtualidades poéticas e é, portanto, incapaz de se criar a si próprio, idolatra quem o criou: Deus em primeiro de tudo, e depois os pais.

O idiota é um bom cidadão. Sem ele, a sociedade entraria em curto-circuito, incendiada entre os polos do dever heróico e da desobediência revolucionária. Dado ser-lhe vedado apreender o nexo que liga a evolução dos meios de produção à transformação das relações de propriedade acredita de facto que o corolário das novas tecnologias é o reforço da iniciativa privada, da livre empresa e do livre mercado. É o único que acredita nisso e ainda bem. Se ninguém acreditasse, esta sociedade parava. O idiota é todo liberdades.

A idiotia também faz bem às artes, principalmente às audiovisuais. A concentração do idiota numa ideia fixa, torna-o especialmente receptivo às músicas de ritmo simples e batida forte, o que facilita extraordinariamente o comércio discográfico, com todas as vantagens que daí advêm para producers e performers, enfim, para o tecido social. No que diz respeito às artes plásticas, tudo é mais fecundo se não houver interferências entre os olhos e as mãos. As ideias perturbam, turvam o olhar, atrapalham o gesto e, nos casos de ideologite aguda, daltonizam as cores. Sem imagens, uma cabeça vazia endoidece.

Embora para um idiota seja uma desvantagem não saber que o é, normalmente ninguém lho diz:: segundo Brecht, «tornar-se-ia vingativo como todos os idiotas». Aliás, o mesmo Brecht diz que ser idiota não é grave: «É assim que você poderá chegar aos 80 anos. Em matéria de negócios é mesmo uma vantagem. E então na política!»

O idiota puro é o idiota jovem. Com o tempo, torna-se cínico, adquire hábitos esquisitos, sempre à procura do que lhe serve ou lhe rende, em busca de técnicas para obter sucesso e se sentir bem, sereno, de boa saúde e belo aspecto: cristianismo, ioga, dieta macrobiótica, drogas, parapsicologia, psicanálise, etc.

Para o idiota, os sentimento e as emoções são «uma boa», constituindo dados manipuláveis. Em si mesmos, não lhes acha qualquer sentido ou valor, mas de qualquer modo são coisas que lhe podem trazer vantagens ou desvantagens: é preciso, portanto, avaliar-lhes as implicações e consequências. Ao lidar com sentimentos e emoções, os próprios e os alheios, o problema, para o idiota, consiste em controlá-los, guiá-los, desfrutá-los, e isso implica trabalho, cálculos complicados e a aprendizagem de técnicas nem sempre fáceis.

Impossível, realmente, para o idiota, é a espontaneidade criativa. É algo que lhe surge como uma perspectiva insegura e assustadora. À criação, prefere os sucedâneos que se aprendem nos «workshops» e nas escolas. É uma vida dura, a do idiota: de curso em curso, de colóquio em colóquio, de ciclo em ciclo. Se tem dinheiro, o idiota não se priva de ir ao sexologista e ao psicanalista aprender a libertar os apetites e fantasias sexuais e sentimentais. Com o tempo, tudo se torna para ele aprendizagem e contabilidade: do prazer, da espontaneidade, da criatividade. Cautelosa, como a contabilidade do dinheiro. Ao idiota, repugnam os ímpetos passionais, poéticos e místicos: procura prazeres seguros, previsíveis, e afasta tudo o que possa perturbá-lo.

No plano do consumo e na vida social, o idiota português aprecia as coisas cómodas, os pequenos e grandes privilégios, planeando com minúcia o modo de obtê-los. Sejam quais forem as suas petições de princípio políticas, no fundo é um céptico, despreza o «povinho», vive fechado para os outros. Aos generosos e altruístas, considera-os parvos ou hipócritas. O idiota circula à volta do sucesso como a borboleta em redor da chama, agarrando-se como lapa ou mexilhão a quem o alcança. Espertalhão, agrada-lhe receber, mas dá o menos possível, e arranja sempre qualquer explicação ética para justificar este comportamento. Na realidade, a sua lógica, elementar como as suas poucas ideias e imagens, consiste apenas em receber sempre mais do que dá.

Na actividade económica, não existe em Portugal correspondência entre o surto idiotista e o crescimento empresarial. Em muitos cavaleiros da phinança idiotófila prevalece ainda um conceito patrimonial da riqueza. Uma bela casa no campo é ainda o sinal mais espaventoso de bem-estar e opulência.

Entre os idiotas, também começa a manifestar-se, se bem que de modo caricatural, algo que recorda o hedonismo e o utilitarismo da aristocracia de outrora: o gosto de ser servido, de se distinguir do «vulgar». Como única crítica a filmes, espectáculos, livros, etc., é frequente ouvi-los dizer: «Mas que mau gosto!»

Os idiotas andam sempre juntos: consomem os mesmos produtos, frequentam os mesmos locais, lêem os mesmos livros e jornais, e têm uma habilidade notável para descobrir e evitar quem não é idiota. Graças a Deus! A política, porém, unifica o conjunto da sociedade sob o signo da idiotia: pessoas estimáveis, notáveis até nos diversos domínios do saber e da cultura, quando chegam à política tornam-se idiotas. Triunfam, quer-se dizer. Tornam-se, enfim, públicas.

[Publicado no Diário de Lisboa, de 12/6/87.]

Fonte: http://canaldepoesia.blogspot.com/2007/03/perfil-do-idiota.html

Sobre pessoas

Algumas não sabem o que procuram. Outras mesmos quando encontram nunca percebem  o que acharam... Fazer o que, paciência meu...

Candidatura de Fernando Yamada (PTB) é impugnada

O colegiado Pleno do Tribunal Regional Eleitoral (TRE/PA) se reunirá todos os dias desta semana para concluir o julgamento dos registros e impugnações de candidaturas requeridos para as eleições gerais de
outubro. Hoje, até o momento, o maior destaque ficou a candidatura de
Fernando Yamada (PTB) ao Senado, que foi impugnada, onde o Tribunal
acusa o PTB de integrar a coligação Acelera Pará que registrou só um
candidato, e nesse caso não se pode lançar isoladamente outro na
disputa.
O caso cabe recurso ao TSE, mas o assunto certamente será resolvido nos bastidores da aliança. O presidente do Tribunal, desembargador João Maroja, pretende concluir os julgamentos até a quarta-feira, 4, mas o
prazo determinado pela legislação eleitoral é na quinta-feira, 5. Na
sessão extraordinária, realizada no sábado, o TRE paraense julgou o
terceiro bloco de registros e impugnações. No total foram requeridos
837 registros de candidaturas. Até agora, menos de 250 foram julgados.
Segundo dados do TRE, 442 processos de registros e impugnações até
sábado se encontravam com o Ministério Público Eleitoral (MPE) para
receber parecer.
YAMADA
A grande surpresa para os petistas foi o lançamento, pelo PTB, do empresário Fernando Yamada, um candidato considerado competitivo e que pode alterar para valer o jogo ao Senado. Um acordo de cavalheiros
previa apenas três nomes para a disputa. O deputado federal Jader
Barbalho pelo PMDB, o petista Paulo Rocha e o tucano Fernando Flexa
Ribeiro que concorre à reeleição.
Foi graças a esse acordo que Valéria Pires Franco, vice presidente nacional do DEM, acabou sem apoios para concorrer ao Senado, como desejava. Além de Yamada e Rocha, partidos da “Acelera Pará”
registraram Rosinede Souza (PV) e Anivaldo Lima (PSB).
O presidente do PSB, vereador Ademir Andrade diz que não pretende retirar a candidatura ao Senado. “Só se a Justiça determinar”. Ele conta que três dias antes da convenção reuniu com os petistas e falou
da importância de ter um candidato do partido ao Senado. A estratégia é
usar o tempo da propaganda para que a candidata, Rosineide Souza,
reforce o programa da legenda.
“AMIGO” NA DISPUTA
Um dos mais afetados com a candidatura de Yamada é o senador tucano Fernando Flexa Ribeiro, ligado ao setor empresarial, mesmo nicho de Yamada, que lançou a candidatura em encontro com empresários na sede da
Fiepa. Flexa classificou Yamada de “amigo” e “empresário vitorioso” e
garantiu que não haverá atritos na caça aos votos e doações dos
empresários. “Não podemos escolher com quem vamos concorrer. A decisão
de se candidato é de fórum íntimo”. (Diário Online)

orapronobis

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