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terça-feira, 31 de agosto de 2010

Sinceramente

DANTESCO
1. O trânsito em Belém é algo dantesco. Você leva em alguns pontos da cidade até uma hora para chegar ao entrocamento. Ali, a coisa tá feia. Portanto, quando falam do trânsito no Capital que é ruim, mutiplique por mil e verás o quanto tem ficado dificil tem um carro em Belém.

PREVISÃO
2.Serra ganha no segundo turno .... de virada.

PROFESSORES
3. Hoje, os docentes da EEEM Frei  Miguel de Bulhões visitarão a Feira do Livro em Belém.

CARO
4.Os livros estão caros, pude confirmar pessoalmente. Mas também quer o que? Uma amiga minha perguntou ao representante de uma renomada editora e ele respondeu que para instalar-se ali, pagou R$ 19.000,00, resultado, livro mais caro.

PÉ DE COELHO


Tem gente que precisa!!!

TSE nega candidatura de Roriz ao governo do DF

Por seis votos a um, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) negou nesta terça-feira (31) o registro de candidatura a Joaquim Roriz (PSC) ao governo do Distrito Federal. Mesmo com a decisão do TSE, o candidato estará para continuar fazendo campanha, uma vez que poderá recorrer contra a decisão ao próprio TSE e ao Supremo Tribunal Federal.
A posição da maioria dos ministros do TSE confirma a decisão do Tribunal Regional Federal do Distrito Federal que, no início deste mês, indeferiu registro a Roriz após analisar impugnação apresentada pelo Ministério Público Eleitoral. O argumento do MPE foi a renúncia ao cargo de senador, em 2007, para escapar de um processo por quebra de decoro parlamentar, após ser acusado de ter desviado recursos do Banco de Brasília. A renúncia neste tipo de situação está prevista na Lei da Ficha Limpa como passível de inelegibilidade.
Ao votar contra o deferimento do registro, a ministra Cármen Lúcia desqualificou o argumento de que a Lei da Ficha Limpa não poderia retroagir. "A retroação se daria se tivesse se aplicado uma lei a um registro anteriormente requerido, deferido ou não".
Da mesma forma, a ministra não identificou violação ao princípio da presunção de inocência "porque não se está a discutir a questão de penalização ou não, mas o cumprimento de um requisito constitucional legal (utilizado) para considerar alguém elegível ou não".
O ministro Marco Aurélio Mello, que votou a favor do recurso apresentado por Roriz, disse que o caso é típico de retroação da lei, o que geraria insegurança jurídica. "A primeira condição (para garantir a segurança jurídica) é a irretroatividade".
"O recorrente renunciou ao mandato de senador da República. Como surge a inelegibilidade quanto a ele? Surge, sem dúvida alguma, como sanção. Como uma consequência do ato de vontade que foi o ato de renúncia. Mas indaga-se: a lei nova pode apanhar um fenômeno ocorrido anteriormente?", questionou Marco Aurélio, acrescentando que não poderia "potencializar a ânsia de se consertar o Brasil" retroagindo a aplicação da lei. (Terra)

Fonte: Diário do Pará



Ministro diz que Tiririca debocha da democracia




O ministro da Cultura, Juca Ferreira, criticou na manhã desta terça-feira (31) a postura do humorista Tiririca, que concorre a uma vaga na Câmara dos Deputados pelo Estado de São Paulo. O PR aposta tanto no candidato que lhe deu um número de fácil memorização: 2222.
“Ali é um deboche com a democracia. Se pudesse conversar com ele pediria que interrompesse esse processo, porque não tem graça”, afirmou o ministro, após receber pela manhã o documentarista Francisco Pinto e o cineasta Fábio Porchat, presidente executivo da Academia Latino-americana de Arte e pai de humorista de mesmo nome. Os dois apresentaram ao ministro manifesto contra a mordaça no humor.
Para o ministro Juca Ferreira, a candidatura de Tiririca não presta um bom serviço à democracia. "(Ele) conseguiu se afirmar nos meios de comunicação de massa, transpôs sua linguagem circense para dentro da televisão, mas acho que não está prestando um bom serviço à democracia. Ali não é humor, é outra coisa".
No horário eleitoral gratuito, Tiririca questiona o espectador: "O que é que faz um deputado federal?". "Na realidade, eu não sei. Mas vote em mim que eu te conto. Vote no Tiririca, pior do que tá não fica", completa.

Terça-feira, 31/08/2010, 16h04
Fonte: Diário do Pará

Divulgação do edital do TRT-PA até sexta-feira

A comissão do concurso do Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região (Pará e Amapá) encaminhou à Fundação Carlos Chagas, na semana passada, a última revisão efetuada no edital a ser divulgado. Cabe, agora, à FCG fazer a revisão final para publicar o referido edital no Diário Oficial da União (DOU), o que deve acontecer ainda esta semana. Serão ofertadas 88 vagas para contratação imediata, além de formação de cadastro reserva. O concurso prevê contratação imediata de servidores para os cargos de analista (nível superior, 38 vagas) e técnico (nível médio, 50 vagas), além de formação de cadastro reserva para possíveis contratações ao longo da vigência, que é de 1 ano, prorrogável por igual período.
 
Fonte: O Diário do Pará, 31 de agosto de 2010.

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Lendas Guamaenses: O Casamento do Boto Gay com a Mulher da Teta Grande



Esta de parabéns a iniciativa das professoras: Marinilda Belatriz e Carlinha - Escola São Pedro -  pelo desenvolvimento do Projeto: O casamento do boto gay com a mulher da teta grande. O projeto visa refazer uma leitura das lendas guamaenses abordando temas contextuais frequantemente abordados pelos alunos no interior das unidades escolares. As docentes procurando unir o útil ao agradável elaboraram o referido projeto que além do intenso caráter educativo é bastante lúdico e irreverente.  Na foto acima estão os alunos do turno da noite caracterizados de boto, mulher da teta grande, matinta, homem que vira porco, bode do sespe e outros.
A todos PARABÉNS pela brilante iniciativa.

A ficção pode despertar instintos assassinos?

Transtorno - Ezequiel afirma ter matado a adolescente inspirado em filmes. Isto é possível?

FILIPE SANCHES
Da Redação

Quando Ezequiel Abreu Calado mordeu o pulso da menina Cíntia, reproduziu no cemitério do Bengui, em Belém, uma das cenas mais fortes do filme "Crepúsculo" (2008), em que o vampiro Edward toma o sangue da jovem Bella, sugando-lhe pelas veias do pulso um veneno inoculado instantes antes por outro vampiro. Bella, então à beira da morte, é salva com a mordida de Edward, que controla o próprio ímpeto de beber todo o sangue da moça para não matá-la.
Ezequiel Calado, preso um mês depois do assassinato, participava de comunidades virtuais sobre vampirismo e confessou que mordeu a vítima no pulso para deixar uma marca. O crime ocorreu em julho e só foi esclarecido pela polícia depois que o rapaz deu detalhes, para outros membros de comunidades, do ritual que comandou sobre um túmulo no cemitério do Bengui. Ezequiel se vangloriou de ter praticado o ato e de até então estar impune, levando uma vida normal.
Em entrevista a O Liberal, dois dias depois de ser preso, ele afirmou ter se iniciado no vampirismo vendo filmes, lendo livros e participando de jogos de RPG. Chegou a citar os filmes Anjos da Noite (2003) e Crepúsculo, dizendo-se inspirado nos ritos mostrados por eles. "A gente gostava de imaginar que era vampiro", confessou.

Fonte: O Liberal

Lotear espaço público é um bom negócio

Táxis - Cooperativas cobram caro para aceitar novos membros em pontos rentáveis

EVANDRO FLEXA JR.
Da Redação

Lotear o espaço público em Belém se tornou um negócio muito vantajoso. Melhor que investir na caderneta de poupança ou em fundos de aplicação é estruturar pontos de táxis em Belém - e cobrar uma espécie de cota para cada novo integrante. Atualmente, Belém possui 274 pontos de táxi, organizados por cooperativas, que cobram entre R$ 15 mil e R$ 25 mil para inserir novos sócios, na chamada "transação do brinco". Segundo dados do Sindicato dos Taxistas de Belém e do Estado do Pará (Stabepa), há 11 anos, o custo para implantar um ponto de táxi em Belém era de aproximadamente R$ 8 mil. Especialistas em contabilidade afirmam que, nos últimos 11 anos, o valor de R$ 8 mil aplicado à caderneta de poupança não chegaria a um rendimento de R$ 20 mil. Mesmo assim, as cooperativas de Belém com mais de uma década cobram em média R$ 25 mil pelo "brinco". O curioso é que a Companhia de Transporte de Município de Belém (CTBel) não gera nenhum tipo de ônus aos cooperados que decidem montar um terminal de taxistas.
A justificativa para a cobrança do "brinco" está nos gastos com cartório de registros, Junta Comercial, infraestrutura básica e funcionários. Até mesmo o goodwill - valor da credibilidade conquistada ao longo dos anos - é lembrada pelos diretores das associações de taxista e embutido na taxa de adesão. Conforme explica um taxista, chamdo pelo codinome Anselmo - ele prefere não se identificar - o "brinco" pode ser pago parceladamente. Ele garante que a Cooperdoca (Cooperativas de Motoristas de Táxi da Avenida Visconde de Souza Franco) cobra algo em torno de R$ 16 mil como taxa de ingresso. Além disso, é preciso pagar diárias às cooperativas, que variam de ponto para ponto, mas que ficam entre R$ 10 e R$ 15. Anselmo ressalta que as associações são formadas, em média, por 30 pessoas - e algumas existem há mais de 30 anos.
O taxista conta que trabalhar nos pontos fixos é menos vantajoso se comparado os ganhos dos motoristas que circulam por toda a cidade. Segundo ele, a vantagem das cooperativas é que os condutores não correm riscos, economizam gasolina e desgastam menos o carro. O problema, conforme avalia Anselmo, é que o associado fica preso, e acaba arrecadando menos. 

Fonte: O Liberal

domingo, 29 de agosto de 2010

E SE .....

E se...
Tudo em que acreditamos não existe.
Que os sonhos não são capazes de realização;
Que a mentira ou a verdade não importa;
Que os modelos, padrões, paradigmas ou como queiram defini-las são meras  falácias;

E se...
As palavras nada dizem pela limitação de serem palavras;
Que o mundo é um sonho meramente nefelibata
Que nefelibatamos no devaneio de uma ânsia eterna

E se...
No final tudo isso se confirmar, espero que cada um me diga afinal o que é a vida.

Antonio Soares

A FÁBULA DA ÁGUIA E DA GALINHA




Esta é uma história que vem de um pequeno país da África Ocidental, Gana, narrada por um educador popular, James Aggrey, nos inícios deste século, quando se davam os embates pela descolonização. Oxalá nos faça pensar sempre a respeito.


"Era uma vez um camponês que foi à floresta vizinha apanhar um pássaro, a fim de mantê-lo cativo em casa. Conseguiu pegar um filhote de águia.


Colocou-o no galinheiro junto às galinhas. Cresceu como uma galinha.


Depois de cinco anos, esse homem recebeu em sua casa a visita de um naturalista.

Enquanto passeavam pelo jardim, disse o naturalista:


- Esse pássaro aí não é uma galinha. É uma águia.


- De fato, disse o homem.- É uma águia. Mas eu a criei como galinha. Ela não é mais águia. É uma galinha como as outras.


- Não, retrucou o naturalista.- Ela é e será sempre uma águia. Este coração a fará um dia voar às alturas.


- Não, insistiu o camponês. Ela virou galinha e jamais voará como águia.


Então decidiram fazer uma prova. O naturalista tomou a águia, ergueu-a bem alto e, desafiando-a, disse:


- Já que você de fato é uma águia, já que você pertence ao céu e não à terra, então abra suas asas e voe!


A águia ficou sentada sobre o braço estendido do naturalista. Olhava distraidamente ao redor. Viu as galinhas lá embaixo, ciscando grãos. E pulou para junto delas.


 O camponês comentou:


- Eu lhe disse, ela virou uma simples galinha!


- Não, tornou a insistir o naturalista. - Ela é uma águia. E uma águia sempre será uma águia. Vamos experimentar novamente amanhã.


No dia seguinte, o naturalista subiu com a águia no teto da casa.


Sussurrou-lhe:


- Águia, já que você é uma águia, abra suas asas e voe!


Mas, quando a águia viu lá embaixo as galinhas ciscando o chão, pulou e foi parar junto delas.


O camponês sorriu e voltou a carga:


- Eu havia lhe dito, ela virou galinha!


- Não, respondeu firmemente o naturalista. - Ela é águia e possui sempre um coração de águia. Vamos experimentar ainda uma última vez. Amanhã a farei voar.


No dia seguinte, o naturalista e o camponês levantaram bem cedo. Pegaram a  águia, levaram-na para o alto de uma montanha. O sol estava nascendo e
dourava os picos das montanhas.


O naturalista ergueu a águia para o alto e ordenou-lhe:


- Águia, já que você é uma águia, já que você pertence ao céu e não à terra, abra suas asas e voe!


A águia olhou ao redor. Tremia, como se experimentasse nova vida. Mas não voou. Então, o naturalista segurou-a firmemente, bem na direção do sol, de sorte que seus olhos pudessem se encher de claridade e ganhar as dimensões do vasto horizonte.


Foi quando ela abriu suas potentes asas.


Ergueu-se, soberana, sobre si mesma. E começou a voar, a voar para o alto e voar cada vez mais para o alto.


Voou. E nunca mais retornou."


Existem pessoas que nos fazem pensar como galinhas. E ainda até pensamos
que somos efetivamente galinhas. Porém é preciso ser águia. Abrir as asas e voar. Voar como as águias. E jamais se contentar com os grãos que jogam aos pés para ciscar.”  





Extraído de artigo publicado pela Folha de São Paulo, por Leonardo Boff, teólogo, escritor e professor de ética da UERJ.



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