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segunda-feira, 6 de setembro de 2010

83% dos internautas confiam em vitória de Lyoto

Lyoto Machida treina em rimo acelerado para luta contra o norte-americano Quinton "Rampage" Jackson. A luta do torneio UFC está prevista para novembro, em Detroit (EUA).
O site do Diário perguntou aos seus leitores "Como será a luta entre Lyoto e Rampage?". Do total de internautas, 83% acreditam na vitória de Lyoto Machida. Para 51%, Lyoto vencerá por nocaute. Outros 24% acham que o representante do Pará vencerá por pontos e 8% acreditam na vitória de Lyoto por finalização.
Do total de participantes da enquete, apenas 17% acham que Rampage vencerá Lyoto, seja por nocaute (12%), finalização (3%) ou pontos (2%).
A enquete contou com 1.655 participantes e foi realizada entre 2 e 6 de setembro de 2010. (Diário Online)

Diário do Pará



domingo, 5 de setembro de 2010

DIRETA OU INDIRETA

Num Estado Democrático de Direito a força do povo e do voto manifesta-se de duas formas. Direta enquanto o voto consta na mão do  eleitor até o momento do ato de votar. E  indireta quando já  eleitos os candidatos então escolhidos pelos eleitores que dizem, então fazer algo pelo povo. E como já conhecemos os discursos de um Estado Democrático de Direito num país em que a cidadania liberal ainda é um corpo estranho. Aos que acreditam em Deus, resta rezar e rezar para que algo dê certo...

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 PESSOA

A melhor forma de se defender de uma pessoa é descobrir a sua verdade. Tão logo descoberta, fica mais fácil se defender desta.

Se o Estado é rico, por que o povo é pobre?

Dizer que o Pará é um Estado rico com povo pobre virou um grande clichê, repetido a exaustão em campanhas eleitorais, mas poucas frases resumem tão bem o desafio desse Estado, que está entre os seis maiores exportadores do País, tem a maior jazida de ferro do mundo a céu aberto, mas ocupa as últimas posições no ranking nacional da renda média de seus habitantes.

Entre a população ocupada, a renda média mensal é de R$ 680, a menor da região Norte, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em Roraima, por exemplo, a média é de R$ 894. No vizinho Amazonas, chega a R$ 821. O péssimo desempenho da renda é difícil de explicar quando se compara a pujança econômica desses Estados.

“É o que eu chamo de economia de contrastes. O Pará tem muitas riquezas, mas não consegue distribuí-las. Esse é o desafio”, diz o coordenador técnico do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), Roberto Sena. No Pará, 11,8% da população ocupada - quase 400 mil pessoas - têm rendimento inferior a meio salário mínimo. Mais de 850 mil, o equivalente a 25% dos paraenses ocupados têm renda entre meio e um salário mínimo. Apenas 10,2 mil pessoas (o equivalente a 0,31% dos paraenses ocupados) ganham mais que 20 salários mínimos, segundo o IBGE.

Diferente do que ocorreu nos anos 90, a falta de vagas no mercado de trabalho não é mais o principal problema quando se fala em geração de emprego e renda no Pará. O problema hoje está na baixa qualificação dos paraenses, que correm o risco de ficar à margem do boom dos empregos previsto por entidades empresariais e sindicatos para os próximos quatro anos.

As estimativas são de que obras como a usina hidrelétrica de Belo Monte, o plantio de palma e a produção de biocombustível e empreendimentos como a siderúrgica que a Vale vai implantar em Marabá gerem perto de 120 mil empregos até 2014. A questão é: os paraenses estão preparados para ocupar essas vagas? A resposta por enquanto é não.

O Pará ainda não conseguiu criar programas que realmente qualifiquem os trabalhadores para boas vagas no mercado de trabalho. Aos 21 anos, Sthephany Monteiro procura seu primeiro emprego com carteira assinada. Terminou o ensino médio, fez curso de informática e um treinamento para o setor de turismo, oferecido por um programa do governo voltado para capacitar jovens. Até agora, contudo, não conseguiu a vaga que tanto deseja.

“Encontrei um emprego em call center, mas eles pediram curso de secretariado”, diz. A irmã, Suelem, que sonha em ser arquiteta, também procura emprego. As duas já trabalharam como auxiliar de loja e atendente em uma lan house, mas foi trabalho informal que não serve para comprovar a tão exigida experiência profissional.

Com apenas o ensino fundamental, Max Domingos quer uma vaga de porteiro ou segurança. Também vem enfrentando dificuldade desde que foi dispensado, há sete meses, do antigo trabalho num shopping onde atuava como orientador de garagem. “Estou procurando qualquer coisa. Hoje em dia, não dá para escolher”. Pessoas como Suelem, Sthephany e Max podem ver o bonde das oportunidades passar sem as ferramentas necessárias para conquistar espaço nele.

EDUCAÇÃO

Está passando da hora de o Estado investir em educação e qualificação profissional, já que hoje não dá mais para ficar apenas lamentando a falta de vagas. Para este ano, por exemplo, o cenário é altamente favorável se comparada aos dois últimos anos, quando o Estado sofreu o revés da crise econômica internacional que atingiu principalmente setores exportadores, onde a economia do Pará é mais forte.

Dados analisados pelo Dieese, com base em informações oficiais do Ministério do Trabalho, apontam que nos primeiros sete meses de 2010 o saldo entre demissões e contratações foi de 23.284, o segundo melhor já alcançado pelo Pará nesta década. O departamento estima que até o final deste ano o Pará poderá atingir saldo recorde de postos de trabalho, algo em torno de 30 mil empregos formais. Os setores mais promissores são construção civil, comércio e serviços.

O fato é que nunca o Brasil gerou tantos empregos e o Pará acabou pegando carona na boa fase da economia que começou no segundo semestre do ano passado, após a crise. O diretor técnico do Dieese divide a última década em três períodos. O primeiro, entre 2000 e 2003, seria o do início da retomada do crescimento do Estado com aumento na geração de postos de trabalho, depois de um longo período de trevas. A média de vagas nesse período foi de 9.973 empregos formais por mês.

O segundo período apontado por Sena vai de 2004 até o primeiro semestre de 2008. “Nesse intervalo, tivemos um crescimento acelerado em praticamente todas as atividades econômicas do Estado e a geração recorde de empregos formais”, descreve. A terceira fase, que vai de julho de 2008 até dezembro 2009, foi marcada pela crise, com um saldo acumulado do emprego formal no Estado do Pará de apenas 16.106 postos de trabalho. Em 2009, por exemplo, o saldo positivo foi de apenas 7.380 postos de trabalho, o menor da década.

Passada a crise, tudo indica que o Pará entrará numa fase de bonança. Caberá ao próximo governador garantir que essa boa fase traga benefícios duradouros aos paraenses. (Diário do Pará)

Fonte: Diário do Pará

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Votar é fácil; difícil é entender as leis eleitoraisPor Maurício Cardoso

O caso da governadora do Maranhão, Roseana Sarney (PMDB), é exemplar: ela corre o risco de não poder se candidatar para cumprir um segundo mandato no cargo que ocupa atualmente. É a lei, no caso a Lei da Ficha Limpa, que veio acrescentar mais confusão à já confusa legislação eleitoral vigente.
Como lembra o ex-ministro do Tribunal Superior Eleitoral, Torquato Jardim, a perda de registro, diploma ou mandato pode ser motivada por quatro legislações diferentes. O abuso de poder econômico, por sua vez, é punido também por quatro legislações, cada um determinando um caminho diverso.
Vale lembrar que o Código Eleitoral (Lei 4.737) que ilumina nossos pleitos é de 1965, uma época em que fazer eleições não estava entre as prioridades dos detentores do poder. Desde então o código foi emendado e remendado mas continua valendo. A maior das emendas foi feita, menos de um ano após sua entrada em vigor, pela Lei 4.961 de 1966. Nos 45 anos de vigência do bravo Código Eleitoral, já foram feitas cerca de três centenas de dispositivos alterados em seus 383 artigos, boa parte delas durante a ditadura. Com o Código Eleitoral ou sem ele, o regime militar tratou muito mal as eleições e implantaram a escolha indireta de presidente, governadores e prefeitos das capitais e ainda criaram a figura eleitoral do senador biônico — o parlamentar que representava o povo sem precisar de voto.
No total, 45 leis tratam de matéria eleitoral. Como se não bastasse, a cada eleição o TSE despeja uma coleção de resoluções para fixar as normas daquele pleito especificamente. As mais relevantes, além do Código Eleitoral, são a Lei 9.096/95, a chamada Lei dos Partidos Políticos, e a Lei 9.504/97, conhecida como Lei das Eleições. Também importante é a Lei Complementar 64/90, a Lei das Inelegibilidades, que regulamenta o artigo 14 da Constituição.
As duas últimas eleições presidenciais foram brindadas com minirreformas eleitorais. A de 2006 (Lei 11.300) foi provocada pela avalanche de denúncias sobre mau uso do dinheiro nas campanhas eleitorais desencadeada pelo mensalão. Com o propósito de conter e moralizar os gastos de campanha, a minirreforma criminalizou a propaganda eleitoral.
Com a desculpa de que não se pode gastar dinheiro na campanha, foi proibido fazer camiseta, colocar outdoor ou promover showmício — aquela mistura de show com comício que levava alguma graça à militância partidária. Golpe mais duro na propaganda eleitoral só mesmo na época da ditadura, quando a legislação permitia aos candidatos dizer apenas o nome e o número durante o horário eleitoral gratuito no rádio e na televisão. As ideias, ora as ideias.
Já a minirreforma de 2009 (Lei 12.034) trouxe como maior contribuição ao processo eleitoral uma tentativa de disciplinar o uso da internet em campanha. Partindo do pressuposto errado de que tudo que está na internet é enquadrável no convencional conceito de imprensa, a tentativa fracassou e serviu apenas para retardar o inevitável desfrute da mais poderosa ferramenta de comunicação para fins eleitorais em toda sua potencialidade.
A maior das contribuições ao tumulto do processo eleitoral foi dada pela Lei 135/2010, a Lei da Ficha Limpa, que altera a LC 64/90, e que diz que não pode ser candidato o cidadão que tenha condenação judicial em segunda instância. A previsão é que a enxurrada de ações de impugnação de candidaturas de fichas sujas superem o segundo turno das eleições e se estenda quem sabe até depois do fim dos mandatos dos suspeitos eleitos.
Para colocar ordem no reduto eleitoral, só mesmo uma reforma política em regra. Mas diante da aparente impossibilidade de uma empreitada que reforme não apenas nas eleições mas na própria atividade política, não faltam iniciativas para colocar ordem na legislação eleitoral.
Assim, tramita no Congresso o Projeto de Lei 2.277/99 com a finalidade de fazer a consolidação das leis eleitorais. Depois de 11 anos de gaveta, o projeto, com substitutivo do deputado Bruno Araújo (PSDB-PE), foi aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça da Câmara em março deste ao. Além do projeto de lei de consolidação, está em ação a Comissão Especial criada por iniciativa do Senado e encabeçada pelo ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, encarregada de apresentar um projeto de Reforma do Código Eleitoral. Pode demorar, mas nem tudo está perdido.


Conjur

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Uepa chama candidatos selecionados na repescagem do segundo semestre

Edição de 02/09/2010 Tamanho do Texto

A Universidade do Estado do Pará (Uepa) divulgou na manhã de ontem a relação de candidatos aprovados na repescagem do Processo Seletivo 2010 para o segundo semestre. Todos os candidatos convocados devem efetivar a matrícula no campus onde estão sediados os cursos, seja capital ou interior, no período de 8 a 10 de setembro, de 8h às 12h e de 14h às 18h.
Para o Processo Seletivo (Prosel) foram convocados candidatos nos cursos de Pedagogia em Belém, Igarapé-Açu e Moju e Tecnologia Agroindustrial, com habilitação em Alimentos, em Redenção. Já para o Programa de Ingresso Seriado (Prise) foram convocados candidatos para o curso de Pedagogia apenas em Moju. Em virtude de não existir mais candidatos classificados para o Prise, duas delas foram remanejadas para o Prosel/2010.

Relação dos candidatos aprovados na UEPa

PROSEL

BELÉM
Pedagogia - Nayara de Castro Meireles, Fabio Pinheiro de Arruda, Vânia Lucia de Nazaré Pereira Rodrigues, kelly Cristina Silva Braga

IGARAPÉ-AÇU
Pedagogia - Eliziane dos Reis Barata, Eline do Socorro Alves do Nascimento, Maria de Nazará da Silva Lobo

MOJU
Pedagogia - Mário Adilson Rodrigues de Abreu

REDENÇÃO
Tecnologia Agroindustrial/Alimento - Everton Bruno Santos Rodrigues, Narcia Mendonça Tavares

PRISE

MOJU
Pedagogia - Edicleise Fonseca de Andrade, Érica Serrão da Silva, Keicy Erlen de Souza Ferreira, Fernanda Pinheiro Castro, Kassiellen do Socorro Carvalho, Gleiciane Lopes Gonçalves

REMANEJADAS

BELÉM
Pedagogia - Raylane Leticia Pereira Rodrigues

SÃO MIGUEL DO GUAMÁ
Filosofia - Mailene Pereira Silva

Fonte: Amazônia

CHARGE DO DIA

Fonte: Jornal Amazônia

P.S. Lembram dos kits de primeiros socorros. Pois é acredito que vai dá no mesmo. É só esperar.

imagem do dia


Aos nobres guamaenses um bom dia de trabalho, paz e harmonia.

Ariel disse ontem, que vai se candidatar a Prefeito dependendo do resultado das eleições envolvendo Zenaldo e Novelino

O ex-vereador Ariel Morais de Castro conseguiu reunir na noite de ontem (01) em sua residência centenas de pessoas com o intuito de apresentar seus candidatos para Deputado Estadual e Federal.

Inúmeros populares, amigos e simpatizantes do ex-vereador, lotaram a rua onde o mesmo reside na note desta última quarta-feira.

Em um dos momentos mais interessante ocorrido na reunião, Ariel Morais de Castro disse em alto em bom tom  que dependendo do resultado das eleições envolvendo Zenaldo Coutinho e Alessandro Novelino o mesmo irá  se candidatar a Prefeito Municipal de São Miguel do Guamá.

 Logo após a reunião, o ex-vereador acima mencionado fechou a noite em um jantar  com oas candidatos que o mesmo apresentou na noite de ontem.


 Fonte: ACESSA GUAMA, 02 de setembro de 2010.






Lei não resolve igualdade entre sexos, diz Lula

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse ontem, em Foz do Iguaçu, em discurso para uma plateia na maioria formada por mulheres, que a igualdade entre os sexos "ainda está longe de ser conquistada". "Não é uma lei que resolve isso", acentuou. "É um processo de maturidade, de evolução política da consciência da sociedade."
Lula leu boa parte de seu discurso e somente ao final optou pelo improviso. "A mulher precisa evoluir para a conquista política", reforçou. Lula falou na abertura da conferência Gênero, Desenvolvimento e Poder, que tem o objetivo de refletir sobre assuntos cotidianos nos ambientes e relações de trabalho, para estimular a igualdade entre homens e mulheres.
No início, ele acentuou que fez muita coisa pelas mulheres, com 46 medidas normativas, e destacou a criação da Secretaria de Políticas para as Mulheres e a Lei Maria da Penha. "Mas o caminho a ser percorrido ainda é longo", ponderou.
O presidente permanece hoje em Foz do Iguaçu. A primeira atividade é a inauguração simbólica do marco da garantia dos direitos das crianças e adolescentes da Tríplice Fronteira. À noite, a agenda é político-eleitoral, em comício com a presença da candidata Dilma Rousseff (PT), na Praça da Bíblia. (Estadão)

Fonte: O Diário do Pará

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