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domingo, 31 de outubro de 2010

A grande arte

Beber é sim! A grande arte de atingir os manjares dos deuses. E olha que tem gente que não gosta.

OTIMISTA

A coordenação do bloguamá teve uma rápida conversa com o TIGRÃO e diga-se de passagem o Cara e puro entusiasmo. Por outro lado, seus adversários estão preocupados com sua presença massiva no municipio. Pois até agora não consguem entender como um prefeito que foi  afastado do cargo, continua cada vez mais querido junto ao povo guamaense. Acho que a resposta está nele mesmo. Pois ele sempre diz que nunca faz politica com rancor. E esse é o metodo dos atuais gestores, perseguem, não pagam os salários, pegam puxões de orelhas dos promotores e mesmo assim continuam massacrando o povo guamaense. Falta humildade!

BOMBA

Se a previsão de pagamento dos vencimentos dos servidores públicos guamaenses não se concretizarem na segunda ou terça-feira, já se encontra em andamento uma movimentação junto a Secretaria de Educação até a Prefeitura, para que o impasse seja solucionado. Em outros termos, o BICHO TÁ COMEÇANDO A  PEGAR...

VITORIOSO

 Foto: Blogue Ariel Castro

Ontem, Nene Lopes deu mais uma demonstração de força política no municipio guamaense, levando centenas de pessoas as ruas para conclamar Jatene Governador do Estado do Pará. A carreata se comparada com a da Ana Julia, foi dantesca, enorme. A galera do 13 que se cuide... Pois com a volta de Jantene o Tigre vai rugir mais forte e olha que já tem 13 tremeno de medo. Como diz o dito popular " A vida nada mais é que uma sucessão de sucesso que se sucede sucessivamente, subsequentemente sem seçar."

sábado, 30 de outubro de 2010

Foto: Antonio Soares
Esta foto foi tirada no balneário Bico Seco - às margens da BR 010, proximo a pedrerinha

QUAL A FINALIDADE DE UMA PREFEITURA?


 O desejo famigerado de se adotar a máquina pública como instrumento de solução financeira de pessoas privadas  tem levado sujeitos a adotar posturas altamente levianas com a coisa pública.
Explico melhor: nas eleições os candidatos são eleitos a somas elevadas financeiramente de particulares, e, se eleito, dizem que farão tudo para a melhoria do povo. Na verdade, as coisas não são bem assim e da mesma forma não acontecem. Quem doa uma dada soma, a um candidato,  numa campanha, não doa de verdade, dá como empréstimo e depois de eleito o candidato, quem deu clama por ressarcimento.
E para quitar esses débitos a Prefeitura virá palco de falsos:
Alugueis de imóveis, geralmente, de propriedade de quem aguarda receber seu dinheiro. Logo, o jogo é seguinte: se o aluguel é de R$ 20.000,00, paga-se R$ 40.000,00 e a parte excedente fica na conta dos algozes do dinheiro público.
Funcionários fictícios, outra fonte de angariar dinheiro público. Vários são aos empregados que são contratados e aqui as modalidades são diversas:
a)   Funcionário fantasmas, aquele que consta em folha, recebe e não trabalha;
b)   Funcionários laranjas: aquele que sabe que trabalha, consta na folha e recebe, mas tem consciência de que o valor a ser recebido, será sempre inferior ao  valor que consta no contra-cheque. Ou seja, deveria receber R$ 1.500,00, mas fica apenas com R$ 510,00.
c)   Funcionários precatórios, não trabalham, recebem, constam em folha, mas nunca aparecem para trabalhar porque moram em outro(s) município(s).
Temos ainda os Contratos Públicos Bizarros, aqueles que não respeitam a legislação que trata de licitações. E aqui o faturamento é alto. A luz da espuriedade serviços são contratados a lombo de cumprades e o maior prejuízo são para os cofres públicos.
Contudo, os exemplos não esgotam-se  por aqui,  esses modelos de tirar dinheiro dos cofres públicos. MAS COM CERTEZA, ESSES ATOS, oneram a folha da Prefeitura e provocam desequilíbrios nas contas públicas. Pois é daí que sairá o dinheiro para pagar os padrinhos políticos e seus mancomunados.
Conseqüentemente ocorrem, atrasos nos pagamentos de salários dos funcionários, faltam de recursos para saúde, educação, saneamento básico e outros. Só não falta para os cofres dos padrinhos de campanhas.
Assim, o que é publico e ao publico deveria servir acaba servindo aos particulares, ou melhor, o dinheiro público acaba subsidiando os projetos particulares. É assim que a cada dia a máquina pública vai sendo malservada e o enriquecimento particular de alguns se torna acentuado e indecente.
Exemplos no Brasil afora é que não faltam. O Cara A monta um pequeno ponto comercial. Passa a vender para órgãos públicos e a grande teta vai alimentando esses gabirus de forma abruta. E então em menos de anos o individuo fica rico e faz posse de bacana, só que com o dinheiro público. 
 Nessas circunstâncias devemos perguntar pra que Prefeitura, Prefeitos e Vereadores se nada disso acaba servindo aos seus propósitos destinados em Lei? Em suma, se  a atual função de nossas prefeituras só servem para tirar ricos miseráveis das suas próprias misérias, pra quê Prefeitura? Uma vez que  nada mais  serve para o povo, tornado-se fútil ao seu real escopo, ou seja, servir o povo carente. A final pra que PREFEITURA, se no fundo o povo pobre, acaba se virando sozinho mesmo.

Antonio Soares

IMAGEM DO DIA

Dilma e Serra adotam postura menos agressiva

                                                                                           sábado, 30 de outubro de 2010 8:40

Beto Silva

Do Diário do Grande ABC

Seja por ser o último embate direto de ideias antes da eleição de amanhã, seja pelo formato diferente do programa, o fato é que os presidenciáveis Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB) foram menos agressivos um com o outro no debate de ontem à noite promovido pela Rede Globo.
Os dois candidatos não fizeram perguntas, somente responderam indagações de eleitores indecisos selecionados pela emissora. Ficaram de pé, o que permitiu interação com o público de 80 pessoas que estavam na arena montada para a atividade. Assim, se limitaram a comentar as considerações feitas pelo adversário.
Foi uma atividade morana, que teve poucos momentos de dinamismo. Mas com afirmações mais ponderadas do que os três últimos (Band, Rede TV! e Rede Record). A petista e o tucano dividiram espaço de aproximadamente quatro metros quadrados, mas mal se olharam. Os ataques, desta vez, foram indiretos, sem ênfase.
Quando o assunto foi corrupção, por exemplo, Dilma não citou Paulo Preto, ex-diretor da Dersa (Desenvolvimento Rodoviário S/A), ligado ao adversário e que está envolvido em escândalo de suposto desvio de verba no governo estadual. Serra não mencionou Erenice Guerra, ex-braço-direito de Dilma na Casa Civil, acusada de suposto tráfico de influência no governo federal.
"Não pode haver impunidade", defendeu a petista. "O exemplo tem de vir de cima, tem de escolher bem as equipes e ser implacável com as irregularidades. Não passar a mão na cabeça, que é terrível para a sociedade", frisou o tucano.
Sobre a valorização do funcionalismo público, a ex-ministra atacou indiretamente o governo de São Paulo, comandado pelo PSDB há 16 anos. "Temos de ter um plano do magistério. Não se pode estabelecer com o professor relação de atritos, recebê-los com cassetete e cessar o diálogo", discorreu, sobre embate entre educadores paulistas que faziam manifestação por melhores salários e policiais que tentavam conter o ato.
O ex-governador, por sua vez, salientou a relação afinada do governo Lula e do PT com sindicatos e movimentos sociais. "Temos de ter entendimentos que passem por cima de partido e de sindicatos partidários. Temos de ter acordo nacional para isso."
Quando os presidenciáveis tentaram explorar suas propostas, ficou difícil diferenciar um projeto do outro. As explicações foram rasas e sobraram as famosas muletas discursivas, como "fortalecer", "ampliar" e "valorizar".
A discussão na área tributária foi um exemplo. "Tem de desonerar folha de salário, fazer uma reforma tributária que diminua os impostos sobre a folha de salário", afirmou Dilma, sem dizer os critérios que utilizará, o que despertou reação sutil do concorrente. "O Brasil é o país onde existe a maior cobrança de imposto sobre a folha de salário. Mas temos de ter responsabilidade para não tirar (recursos) do FGST (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) ou do fundo do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social)? Temos de pensar em outra alternativa", avaliou Serra, também deixando de lado a solução.
As alfinetadas existiram, mas foram suaves. "A Saúde no Brasil voltou para trás", sinalizou o tucano, para finalizar de forma corriqueira ao falar de sua biografia (foi deputado, senador, ministro, prefeito e governador). A petista enfatizou as conquistas dos últimos oito anos do governo Lula e prometeu zerar a pobreza no País. "Nós crescíamos 2,5% ao ano, às vezes, 0% (atualmente a média é de 4% a 5%)", destacou Dilma, ao considerar que será a continuidade de seu padrinho político.

Fonte: http://www.dgabc.com.br/News/5837877/dilma-e-serra-adotam-postura-menos-agressiva.aspx

ARTE DO DIA

Acredito que este filme jamais será reprisado novamente neste Estado. Pois agora é 45.

Frase do dia

“O que mais me preocupa não é nem o grito dos violentos, dos corruptos, dos desonestos, dos sem caráter, dos sem ética. O que mais me preocupa é o silêncio dos bons”.
 
(Marthin Luther King)

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