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sábado, 4 de fevereiro de 2012

12 coisas que as mulheres nem imaginam que achamos sexy

Made in Face

Pensamento do dia


Tentar e falhar é, pelo menos, aprender. 
Não chegar a tentar é sofrer a inestimável perda do que poderia ter sido.

Geraldo Eustáquio.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Assim é avida.



Vivemos a materialidade do mundo e ela nos cega. Nela envolvemo-nos em  atos e atitudes que tendem a nos distanciar  da essência que nos constitui. Mergulhamos em mesquinharias, mediocridade, ganância e vaidades. E o pior de tudo é que no final de toda essa materialidade quase sempre a maioria se arrepende das falácias e equívocos que cometeram. Ou seja, é  só no final que muitos percebem que estavam errados e perderam muito tempo com meras bobagens.
Assim é a vida.

A. Soares

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Direitos Humanos: Um mau e um bom exemplo

 
A presidente Dilma esteve em Cuba e não quis fazer nenhum gesto em defesa dos direitos humanos na ilha. Se fosse orientado, o Itamaraty teria encontrado a forma de o governo brasileiro expressar pelo menos sua preocupação com o assunto, não lhe faltaria imaginação diplomática.


Note-se que pouco antes da visita morrera um prisioneiro político cubano que fazia greve de fome. Infelizmente, e apesar das promessas de mudança, em matéria de direitos humanos o atual governo manteve-se na linha do anterior, de aliança fraterna com ditaduras e ditadores.
Quem foi perseguido político sabe o valor dos gestos de solidariedade internacional para frear o arbítrio. Fui contemporâneo, quando exilado nos Estados Unidos, de um gesto exemplar, feito na segunda metade dos anos setenta pelo presidente Jimmy Carter.
Já na sua campanha eleitoral, em 1976, ele anunciara mudanças na política norte-americana nessa área; depois de eleito, cumpriu a palavra.
Por isso mesmo, em 2008, recebi-o na sede do governo de São Paulo e condecorei-o em nome do Estado e da democracia.
Destaco, em seguida, trechos do discurso que fiz na ocasião, que relatam os episódios da ação de Carter em relação ao Brasil. 
 Noblat Enviado por José Serra

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Imagem do dia

Fonte: Google

Momento

O momento é de enfrentamento. 
De evitar  os velhos erros e vicios. 
De buscar novos caminhos e meios alternativos;
De assumir a postura de um cinturão e abandonar a do vergalhão. 
De não sentir medo do risco tudo isso é claro sem perder a ternura.
Pois o que nos dá prazer não é a felicidade plena, 
mas o quanto de riscos corremos na vida. 
É deles que lamentamos amanhã, quando nos falta. 

Antonio Soares

Mulheres ousadas

Izabel Carvalho - Ex- Secretaria de Educação

Gosto, sim, de mulheres ousadas, daquelas que não têm receio de assumirem-se lindas, sexys e maravilhosas. Mulheres que sabem bem o que querem - e o que não querem! - sem se importar com conceitos antiquados ou tabus.
Mulheres de um novo tempo: o tempo delas! O tempo de elas serem tudo o que podem e o que quiserem ser, após tanto tempo de repreensão. Mulheres ousadas são, sim, mulheres que ultrapassam fronteiras, são verdadeiras agentes de transformação de uma sociedade ainda tão hipócrita.
Gosto de mulheres ousadas, por que reconheço que as mulheres têm todo o direito do mundo de assumir sua feminilidade, de aproveitarem as coisas boas da vida, e de serem imensamente felizes - até por que poucas coisas no mundo são tão belas quanto um sorriso feminino. E eu simplesmente adoro o sorriso das mulheres ousadas.

Supremo suspende julgamento sobre competência do CNJ


Cesar Peluso - Presidente do STF
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Cezar Peluso, suspendeu nesta quarta-feira, 1º, o julgamento da ação da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) que contesta o poder de investigação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). A corte deve retomar o processo na quinta-feira.
Durante a apresentação do relator Marco Aurélio Mello, os ministros decidiram analisar individualmente a legalidade de cada artigo da resolução 135 do CNJ, que estabelece as atribuições do órgão.
O Art. 2º da resolução 135 indica que 'para o efeito desta lei' o conselho é considerado 'tribunal'. Peluso, voto vencido, entende que sobre a definição supõe-se atribuição específica do conselho. A AMB, que contesta a competência do CNJ, usou o argumento da definição de 'tribunal' como uma ilegalidade.
Relatório. Na leitura de seu voto, Marco Aurélio Mello disse que o CNJ não pode 'atropelar' os tribunais na elaboração de normas relativas à investigação de juízes. Para o ministro, 'não incumbe ao Conselho Nacional de Justiça criar deveres, direitos ou sanções administrativas mediante resolução.'
O presidente do Supremo Tribunal Federal, Cezar Peluso, interferiu durante a leitura do relatório de Marco Aurélio para dizer que a norma é clara no sentido de dar aos tribunais autonomia para ditar seu funcionamento.
Início. O ministro Marco Aurélio Mello, relator do processo, realizou a leitura das suas recomendações, sem apresentar voto. O advogado Alberto Ribeiro, da AMB, apresentou os argumentos favoráveis à limitação dos poderes do CNJ. Ele classificou como 'desfundamentada' e sem 'critério certo ou definido' a competência atual do Conselho. O advogado da AMB contestou a validade da resolução 135, que, segundo ele contraria a Constituição Federal ao estabelecer a competência concorrente do órgão.
O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ophir Calvalcante, defendeu a manutenção dos poderes do CNJ. Ele destacou que o aumento da transparência do Judiciário 'só foi possível graças ao Conselho Nacional de Justiça'. Ele destacou que, sem o órgão de controle, a Justiça ainda atuaria em um modelo anterior, 'em que autonomia era confundida com soberania'.
O advogado-geral da União, Luis Inácio Adams, afirmou que resolução 135 do CNJ não fere a Constituição, como apontou a argumentação da AMB. Ele indica que esta deu ao conselho as condições práticas para exercer a competência atribuída pela Constituição. 'Controlar é poder sindicar. O poder de sindicância é inerente ao poder de controle. Não existe controle sem sindicância', observou.
Adams também rechaçou a acusação de que a corregedoria do CNJ teria quebrado sigilo de juízes. 'É dever dos órgãos de controle acompanhar movimentações atípicas. Essa atuação em nenhum momento identificou nenhum agente, nenhum magistrado, nenhum servidor em particular.'
O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, afirmou que qualquer interpretação sobre as competências do conselho deve ser feita conforme 'padrões' posteriores a Emenda Constitucional 45 de 2004, que criou o órgão.
'Não há nenhuma ideia pré-concebida no sentido de desrespeitar ou aviltar a magistratura nacional', disse Gurgel sobre as atribuições dadas ao CNJ no momento de sua criação, lembrando que todos os tribunais do país foram consultados antes da edição da resolução. Para o procurador-geral o 'déficit de atuação histórico' das corregedorias dos tribunais estaduais apenas reforça importância da atuação concorrente do CNJ.

Fonte: Estadão

Disse o filósofo...

É por isso que se mandam as crianças à escola: não tanto para que aprendam alguma coisa, mas para que se habituem a estar calmas e sentadas e a cumprir escrupulosamente o que se lhes ordena, de modo que depois não pensem mesmo que têm de pôr em prática as suas ideias.

Curtissimas

Temos postados muito pouco em virtude de compromissos acadêmicos, tão logo retomaremos a regularidade.

As negociações políticas para a próspera eleição municipal estão com toda força. Mas alerto que muito do que é dito nas ruas não passam de especulações rotineiras. Contudo a movimentação é certa os “santos estão movendo-se no altar”

orapronobis

orapronobis

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